Será que sai poesia? Será que consigo enxergar os detalhes de uma vida simples? A pele queimada de un sol rigoroso, Os versos cantados em um por do sol, De um alaranjado, refletido nas águas de prata ao luar. Pele que queima, que arde, que respira sexo. Vislumbre de uma vida de tão pouco, mas de muitos encantos. Será que sai alegria? Ritmo quente, envolvente, Pelos, chamegos, roçar sem medo. E da dança, da valsa orquestrada por triângulos jocosos. Me encanta o simplório do seu espaldar. Do balanço na calçada, Os encantos das risadas. Vida que segue a vida que sigo, E no momento é disso que posso falar. Gill Santos 09/01/19