Construi um muro em volta do meu coração,
Confesso não me recordar em qual momento ele transformou-se em aço:
Rigido, forte e impenetrável.
Eu tentei me libertar, mas as amarras do tempo fizeram-me retezar
E eu não mais chorei,
E eu não mais me culpei
E apenas senti o vazio.
Quis tanto olhos nos olhos,
Olhar em minha alma de mil rachaduras,
E aquela cola quente e reparadora que é o amor.
Mas que amor é esse que não existe,
Não no mundo, não no meu mundo.
Não há lágrimas,
Não há amor,
Só um muro negro de chumbo, de aço, de dor...
Gill Santos 24/12/18.
Confesso não me recordar em qual momento ele transformou-se em aço:
Rigido, forte e impenetrável.
Eu tentei me libertar, mas as amarras do tempo fizeram-me retezar
E eu não mais chorei,
E eu não mais me culpei
E apenas senti o vazio.
Quis tanto olhos nos olhos,
Olhar em minha alma de mil rachaduras,
E aquela cola quente e reparadora que é o amor.
Mas que amor é esse que não existe,
Não no mundo, não no meu mundo.
Não há lágrimas,
Não há amor,
Só um muro negro de chumbo, de aço, de dor...
Gill Santos 24/12/18.
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